sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Ai, que dor é essa...


Ai, que dor é essa?
Essa que me arrebata da razão e me impede de ser feliz.
Essa dor tão doída que me tira a consciência, a sensatez...
Ai, que dor é essa?
Essa dor que ninguém pode sentir por mim
Dor essa, que destrói o roseiral de minha alma, do meu coração.
Ai, que dor tão grande, que me arremete de volta ao ponto de partida
Que queima e machuca o local da ferida
Ai que dor tão distante, que não posso alcança-la, nem cura-la.
Essa dor, sem sentido, que sinto todas as noites antes de dormir
E ao acordar pela manhã, volto a sentir.
Dor essa, que não posso dividir, só sentir...
Ai, que dor é essa?
Que me tira o gosto do café matinal, que amarga meu doce
Que grita em mim mais forte que eu.
Que abafa minha voz, que não me acalanta, só dói.
Ai, que dor é essa? Que dor é essa?
Essa que me arrebata da razão e me impede de ser feliz.
Essa dor tão doída que me tira a consciência, a sensatez...
Ai, que dor é essa?
Essa dor que ninguém pode sentir por mim
Dor essa, que destrói o roseiral de minha alma, do meu coração.
Ai, que dor tão grande, que me arremete de volta ao ponto de partida
Que queima e machuca o local da ferida
Ai que dor tão distante, que não posso alcança-la, nem cura-la.
Essa dor, sem sentido, que sinto todas as noites antes de dormir
E ao acordar pela manhã, volto a sentir.
Dor essa, que não posso dividir, só sentir...
Ai, que dor é essa?
Que me tira o gosto do café matinal, que amarga meu doce
Que grita em mim mais forte que eu.
Que abafa minha voz, que não me acalanta, só dói.
Ai, que dor é essa? Que dor é essa?

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